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quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Com Deus nas alturas!



Durante quinze dias me desliguei completamente da minha rotina, fiquei sem orkut, msn, twitter, blog... e fui para Missão Calebe! O que é isso?
A Missão Calebe é um projeto onde você doa alguns dias de suas férias para falar do amor de Jesus para aqueles que necessitam, ou que nem sabem quem é Jesus e o quanto Ele nos ama. O nome “Calebe” É uma homenagem ao personagem bíblico que quando estava na hora de aposentar, disse para Deus que queria fazer um pouco mais (ver Josué, capítulo 14). No dia 08/01/2011 fui para cidade de Formiga-MG juntamente com meus amigos para realizar essa missão, não sabia como era o lugar, quem estava lá, se ia gostar... fui simplesmente com o pensamento de que Deus estava no controle de tudo. Mas foi muito mais do que isso, porque pensar é uma coisa, sentir é outra! Esses dias foram os melhores da minha vida. Ser uma Calebe foi uma experiência incrível e será porque farei parte pra sempre dessa missão, afinal sabemos que esse mundo vai de mal a pior, infelizmente, e precisamos falar de Jesus, as pessoas precisam saber da esperança da vida que é a volta de Jesus que está perto. É preciso levar essa mensagem aos outros e Deus nos capacitou e com Sua ajuda levamos essa mensagem para muitos na cidade de Formiga, foram quinze dias de alegria, provas, aprendizado, determinação, milagres onde todos nós Calebes sentimos o poder de Deus em nossas vidas! Fomos usados por Deus e isso é extremamente maravilhoso! Tudo que fiz lá serviu principalmente para mim, para minha vida, hoje entendo quando as pessoas dizem que quando fazemos o bem recebemos muito mais! Entendo também quando as pessoas dizem: -Deus proverá ou quando dizem: O Senhor está aqui. Hoje sei o verdadeiro significado de milagre, e, Emanuel, Deus conosco. Sim, tive minhas férias no topo com Deus e sei que tenho muitas coisas ainda para descobrir. 

Culto - Momento de Louvor
Trechos das músicas que marcaram a minha primeira Missão Calebe:

“Toma o meu coração e toda a minha alma, eu vivo só pra Ti.
Sempre que eu respirar, e cada vez que eu acordar.
Faze o Teu querer em mim” –Toma meu coração.

“Senhor eu quero brilhar por Ti, quando o mundo se apagar.
Eu quero que através da minha vida alguém possa Te enxergar.
Faze com que mesmo sem palavras eu fale do Teu amor.
Eu quero brilhar por Ti, brilhar onde quer que for.” – Brilhar por Ti.

Minha dupla missionária
Amizade eterna. Jéssiquinha, eu e Jéssica

Indo distribuir folhetos para vizinhança de Formiga 
Esses folhetos eram com mensagens especiais que anunciavam a volta de Jesus e também outros relacionados a saúde, entregávamos ele juntamente com um convite para as programações feita por nós, os Calebes, com músicas, filmes, brindes e dicas de saúde que ocorriam todos os dias às 19:30 na igreja. 


Cantando para os vovôs no asilo de Formiga

Durante a missão, fizemos trabalhos sociais visitando asilo, orfanato e fomos também a um sítio de recuperação para dependentes químicos onde tomei o melhor suco de manga da minha vida!
E no último dia fomos à Furnas um lugar lindo, veja a foto aí em baixo!

Furnas

Senhor muito obrigada! Missão Calebe, EU FAÇO PARTE PRA SEMPRE!

(Mais fotos em meu álbum no orkut)



Bárbara R.








segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Respostas da natureza


Os estragos da tempestade de neve na Grã-Bretanha, Suécia, França e outros países do oeste da Europa voltaram a demonstrar a vulnerabilidade das comunicações e a submissão da economia às regras da natureza. Passageiros retidos nas estradas, viajantes incomunicáveis nos aeroportos e a vida cotidiana convulsionada pela neve mostraram que, inclusive nos países mais avançados, a defesa civil pode apenas oferecer cuidados paliativos frente aos efeitos de fenômenos meteorológicos extremos. "É como se, em um mundo cada vez mais tecnológico, a natureza relembrasse nossos próprios limites", disse o filósofo e ensaísta Jordi Pigem. O homem tentou progredir submetendo a natureza a um domínio contínuo. Quis domá-la. Explorou as florestas e subiu no último pico do mundo; foi capaz de chegar ao fundo do oceano e penetrar no espaço e na física. Sua superioridade sobre os outros congêneres do planeta o levou a convencer-se que pode domar a Terra e causar-lhe todo tipo de impacto. Mas sua ousadia o leva às vezes a ignorar sua fragilidade.
E isso o deixa perplexo. Assim, na semana passada, inesperadamente, alguns jovens espanhóis permaneceram presos vários dias no aeroporto de Bruxelas, com uma atitude confusa. "Nos disseram que havia acabado o líquido anticongelante dos aviões e por isso não sabemos quando poderemos decolar; não sabemos quando regressaremos a Barcelona", disse um deles por telefone. 
Sua estranheza resume até que ponto temos ignorado nossos próprios limites. Surpreende que a falta de líquido anticongelante feche um aeroporto europeu, mas esse fato ratifica que a fraqueza diante da natureza iguala os países europeus, os do Norte e os do Sul. 
[...]
A frustrante espera em um aeroporto serve de metáfora da vã tentativa de superar as limitações que não conseguimos vencer. Da mesma forma, cada vez mais buscamos petróleo em lugares mais recônditos e remotos, porque o petróleo em zonas acessíveis já foi consumido. E essa luta na fronteira do possível causou o acidente da plataforma do Golfo do México. Também sabemos que estamos a ponto de exceder as outras fronteiras do equilíbrio do planeta, ao forçar a mudança climática (com as emissões de gases do efeito estufa) ou ao causar o desaparecimento de espécies.
O fato de que estejamos alterando a composição e a dinâmica da atmosfera faz prever mais fenômenos meteorológicos extremos como os que tivemos nas últimas décadas, recordam os meteorologistas, e nos quais podem ser incluídos essas tempestades. 
[...]
Fenômenos geológicos como o vulcão da Islândia nos lembram que, por mais que queiramos, a natureza escapa de nosso controle. E ainda que saibamos muito mais sobre como funciona a dinâmica física da Terra, sempre há novas incógnitas que nos revelam todo o que não sabemos. 
Fonte: Veja

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Como te faço planeta...

PLANETA,
Faço-te sujo,
Poluído e mau cheiroso.
Rasgamos as tuas vestes,
Te deixando quase nu.
Os teus viventes menores,
Ou maiores, não importa
Estão sendo devastados,
Quase todos em extinção
Ação nossa de cada dia
Em nome da evolução.
Evolução... 
De quê? De quem? 
Dizem que da nossa espécie.
Mas, como evoluir,
Se estamos a destruir?
Destruindo uns aos outros,
E a vida, em todo o planeta.
O que é mesmo que somos?
Somos natureza morta!
Faço-te um planeta... morto.
OU, AINDA PODEMOS ACORDAR... 
LUTAR, PRESERVAR... VIVER?!


de Ivetilde Delgado.



quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pausa para uma reflexão

Carta

A terra não pertence ao homem; é o homem que pertence à terra. Disso temos certeza. Todas as coisas estão interligadas, como o sangue que une uma família. Tudo está relacionado entre si. O que fere a terra fere também os filhos da terra. Não foi o homem que teceu a trama da vida: ele é meramente um fio da mesma. Tudo que ele fizer à trama, a si próprio fará.

Carta do cacique Seattle ao presidente dos EUA em 1855.
 

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Planeta perdeu 30% de recursos naturais

Em menos de 40 anos, o mundo perdeu 30% de sua biodiversidade. Nos países tropicais, contudo, a queda foi muito maior: atingiu 60% da fauna e flora original. Os dados são do Relatório Planeta Vivo 2010, publicado a cada dois anos pela organização não governamental WWF.
O relatório, cujas conclusões são consideradas alarmantes pelos ambientalistas, é produzido em parceria com a Sociedade Zoológica de Londres (ZSL, na sigla em inglês) e Global Footprint Network (GFN).
'Os países pobres, frequentemente tropicais, estão perdendo biodiversidade a uma velocidade muito alta', afirmou Jim Leape, diretor-geral da WWF Global. 'Enquanto isso, o mundo desenvolvido vive em um falso paraíso, movido a consumo excessivo e altas emissões de carbono.'
A biodiversidade é medida pelo Índice Planeta Vivo (IPV), que estuda a saúde de quase 8 mil populações de mais de 2,5 mil espécies desde 1970.
Até 2005, o IPV das áreas temperadas havia subido 6% - melhora atribuída à maior conservação da natureza, menor emissão de poluentes e melhor controle dos resíduos. Nas áreas tropicais, porém, o IPV caiu 60%. A maior queda foi nas populações de água doce: 70% das espécies desapareceram.
Consumo desenfreado. A demanda por recursos naturais também aumentou. Nas últimas cinco décadas, as emissões de carbono cresceram 11 vezes.
O relatório afirma que a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), formada por 33 países em geral desenvolvidos, são responsáveis por 40% da pegada de carbono global, e emitem cinco vezes mais carbono do que os países mais pobres.
Comparados a ela, os BRICs (grupo formado pelos países emergentes Brasil, Rússia, Índia e China) têm o dobro da população e uma menor emissão de carbono per capita. O problema, alerta o relatório, é se os BRICs seguirem no futuro o mesmo padrão de desenvolvimento e consumo da OCDE.
Índia e China, por exemplo, consomem duas vezes mais recursos naturais do que a natureza de seu território pode repor. Atualmente, os países utilizam, em média, 50% mais recursos naturais que o planeta pode suportar. Se os hábitos de consumo não mudarem, alerta o relatório, em 2030 se estará consumindo o equivalente a dois planetas.
Em resposta ao levantamento de 2008, a WWF elaborou um modelo de soluções climáticas, em que aponta seis ações concretas para reduzir as emissões de carbono e evitar maiores perdas de biodiversidade.
Entre elas, a organização aponta a necessidade de investir em eficiência energética, novas tecnologias para gerar energia com baixa emissão de carbono, adotar a política de redução da pegada de carbono e impedir a degradação florestal.
PARA LEMBRAR
De 18 a 29 deste mês acontece em Nagoya, no Japão, a 10ª Conferência das Partes da Organização das Nações Unidas sobre Diversidade Biológica. Criada em 1992, no Rio de Janeiro, a convenção tinha como principal meta reduzir significativamente a perda de biodiversidade até 2010. As Nações Unidas até definiram 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade, mas os resultados ainda deixam muito a desejar. Apesar da meta estabelecida, o relatório mais recente da ONU mostra que o planeta perdeu um terço do estoque de seres vivos existente em 1970. O documento aponta como ameaçadas de extinção 42% das espécies de anfíbios do mundo e 40% das de aves - e estima em US$ 2 trilhões a US$ 4,5 trilhões o prejuízo mundial anual com desmatamento. Além da preservação da diversidade biológica mundial, outro tema deve ter destaque nas negociações: a repartição dos recursos oriundos da biodiversidade.

Fonte: http://estadao.br.msn.com/ciencia/artigo.aspx?cp-documentid=25927622